Prato da Dri

11 06 2009

Foto feita com tinta especial para cerâmica preta em prato.

Foto feita com tinta especial para cerâmica preta em prato.





Camiseta dos 3 anos de Vitinho

29 05 2009
Desenhos feitos com montagens em Photoshop. Impressos em papel transfer e "passados" na camiseta.

Desenhos feitos com montagens em Photoshop. Impressos em papel transfer e “passados” na camisa.





Caneca dos Primos

29 05 2009
Desenhos feitos com caneta azul especial para cerâmica.

Desenhos feitos com caneta azul especial para cerâmica.





Rio “Salgado”

29 04 2009

quadro-isael3

Quadro 35 x 60 cm. Pintado com tinta plástica cinza chumbo metálica sobre vidro. Ao fundo, papel contact cinza claro.

********************

AQUELE ABRAÇO

(Gilberto Gil – 1969)

O Rio de Janeiro continua lindo
O Rio de Janeiro continua sendo
O Rio de Janeiro, fevereiro e março
Alô, alô, Realengo – aquele abraço!
Alô, torcida do Flamengo – aquele abraço!
Chacrinha continua balançando a pança
E buzinando a moça e comandando a massa
E continua dando as ordens no terreiro
Alô, alô, seu Chacrinha – velho guerreiro
Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro
Alô, alô, seu Chacrinha – velho palhaço
Alô, alô, Terezinha – aquele abraço!
Alô, moça da favela – aquele abraço!
Todo mundo da Portela – aquele abraço!
Todo mês de fevereiro – aquele passo!
Alô, Banda de Ipanema – aquele abraço!
Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço
A Bahia já me deu régua e compasso
Quem sabe de mim sou eu – aquele abraço!
Pra você que me esqueceu – aquele abraço!
Alô, Rio de Janeiro – aquele abraço!
Todo o povo brasileiro – aquele abraço!





Quadro da Pequena

16 03 2009
Quadro 80x30 cm. Pintado com tintas plásticas azul, verde, laranja e violeta metálicas sobre MDF branco.

Quadro 80x30 cm. Pintado com tintas plásticas azul, verde, laranja e violeta metálicas sobre MDF branco.

*******

Da chegada do amor
(Elisa Lucinda)

Sempre quis um amor
que falasse
que soubesse o que sentisse.

Sempre quis uma amor que elaborasse
Que quando dormisse
ressonasse confiança
no sopro do sono
e trouxesse beijo
no clarão da amanhecice.

Sempre quis um amor
que coubesse no que me disse.

Sempre quis uma meninice
entre menino e senhor
uma cachorrice
onde tanto pudesse a sem-vergonhice
do macho
quanto a sabedoria do sabedor.

Sempre quis um amor cujo
BOM DIA!
morasse na eternidade de encadear os tempos:
passado presente futuro
coisa da mesma embocadura
sabor da mesma golada.

Sempre quis um amor de goleadas
cuja rede complexa
do pano de fundo dos seres
não assustasse.

Sempre quis um amor
que não se incomodasse
quando a poesia da cama me levasse.

Sempre quis uma amor
que não se chateasse
diante das diferenças.

Agora, diante da encomenda
metade de mim rasga afoita
o embrulho
e a outra metade é o
futuro de saber o segredo
que enrola o laço,
é observar
o desenho
do invólucro e compará-lo
com a calma da alma
o seu conteúdo.

Contudo
sempre quis um amor
que me coubesse futuro
e me alternasse em menina e adulto
que ora eu fosse o fácil, o sério
e ora um doce mistério
que ora eu fosse medo-asneira
e ora eu fosse brincadeira
ultra-sonografia do furor,
sempre quis um amor
que sem tensa-corrida-de ocorresse.

Sempre quis um amor
que acontecesse
sem esforço
sem medo da inspiração
por ele acabar.

Sempre quis um amor
de abafar,
(não o caso)
mas cuja demora de ocaso
estivesse imensamente
nas nossas mãos.

Sem senãos.

Sempre quis um amor
com definição de quero
sem o lero-lero da falsa sedução.

Eu sempre disse não
à constituição dos séculos
que diz que o “garantido” amor
é a sua negação.

Sempre quis um amor
que gozasse
e que pouco antes
de chegar a esse céu
se anunciasse.

Sempre quis um amor
que vivesse a felicidade
sem reclamar dela ou disso.

Sempre quis um amor não omisso
e que suas estórias me contasse.

Ah, eu sempre quis uma amor que amasse





Caneca da Véia

5 03 2009

*****

Para Sempre
(Carlo Drummond de Andrade)

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.





Minha Caneca

5 03 2009
Desenho feito com caneta especial para cerâmica.

Desenho feito com caneta especial para cerâmica.

*******
Eu me amo
(Ultraje a Rigor)

Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz , já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco
Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei prá aprender
Daqui prá frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei

Refrão
Eu me amo , eu me amo
Não posso mais viver sem mim

Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Prá eu gostar de mim , me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Prá toda vida eu quero estar comigo

Refrão

Foi tão difícil prá eu me encontrar
É muito fácil um grande amor acabar , mas
Eu vou lutar por esse amor até o fim
Não vou mais deixar eu fugir de mim
Agora eu tenho uma razão pra viver
Agora eu posso até gostar de você
Completamente eu vou poder me entregar
É bem melhor você sabendo se amar





Caneca da Maninha

5 03 2009
Desenho feito com caneta especial para cerâmica.

Desenho feito com caneta especial para cerâmica.

*****
Another Brick In The Wall
(Pink Floyd)

You, Yes You, Stand Still Laddie!

When we grew up and went to school
there were certain teachers
who would hurt the children anyway they could
by pouring their derision
upon anything we did
exposing any weakness
however carefully hidden by the kids.

Out in the middle of nowhere
they were home at night
their fat and psychopathic wives
Would thrash them within inches of their lives!

We don’t need no education
We don’t need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teacher! Leave them kids alone!
All in all it’s just another brick in the wall.
All in all you’re just another brick in the wall.

(A bunch of kids singing) We don’t need no education
We don’t need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teacher! Leave us kids alone!
All in all it’s just another brick in the wall.
All in all you’re just another brick in the wall.

Spoken:
“Wrong, Guess again!
Wrong, Guess again!
If you don’t eat yer meat, you can’t have any pudding.
How can you have any pudding if you don’t eat yer meat?
You! Yes, you behind the bikesheds, stand still laddie!”





Caneca do Véio

5 03 2009
Desenho feito com caneta especial para cerâmica.

Desenho feito com caneta especial para cerâmica.

[




Quadro de Dom Quixote e Sancho Pança, de Picasso

11 01 2009

quixote-copy2

Quadro de Dom Quixote e Sancho Pança, de Pablo Picasso. Medidas: 50×40. Pintado com tinta plástica azul marinho metálica sobre vidro de 3mm fosco. Fundo feito com 4 camadas de saco de batata. Detalhe: menção do verdadeiro artista.

 

Sobre a obra:
(Fonte: http://www.allposters.com/-sp/Don-Quixote-Posters_i96741_.htm).

Sketched in only a few minutes in 1955, “Don Quixote” is evidence of the colossal talent of Pablo Picasso (1881-1973). Picasso is one of the most recognized figures in twentieth century art and his vast contributions include co-founding cubism, creating an extraordinary 20,000 painting, prints, drawings, and sculptures during his lifetime. Both the landmark status of “Don Quixote” within the world of literary history as well as Picasso’s iconic illustration of Don Quixote are unrivaled in their legacy of influence.

***************

Dom Quixote de la Mancha

“Rompi, cortei, almoguei,fiz e refiz
Mais que no nobre cavaleiro andante
Fui destro valente e arrogante
Mil agravos vinguei, cem mil desfiz

Façanha dei a fama que eternize
Cometido e regalado amante
Foi anão pra mim todo gigante
E ao duelo qualquer ponto satisfiz

Tive á meus pés prostada a fortuna
E trouxe do corpete minha dordura
À calva ocasião ao estricote

Mas ainda sobre os cornos na lua
Sempre se viu no cume minha aventura
Tuas proezas invejo, ó grão Quixote!”

 

(Soneto do livro Dom Quixote de La Mancha escrito por Dom Belianis de Grécia para Dom Quixote)